Nota introdutória
Gusdorf
Georges
1789, révolution
réussie
ou révolution
manqué?
Nuno
Rogeiro
A revolução
pelos olhos da
escola “revisionista”:
uma perspectiva
politológica
Luísa
Black
Linhas históricas
da Revolução
Francesa: o desenvolvimento
do cepticismo
e do livre pensamento
Manuel
Breda Simões
Condorcet, revolucionário
ou reformador?
Júlio
Joaquim da Costa
Rodrigues da Silva
A Revolução
Francesa e o liberalismo
radical: a interpretação
de Manuel dos
Santos Cruz
Humberto
Nuno de Oliveira
A participação
portuguesa na
campanha do Rossilhão
(1793/95)
Duarte
Pacheco de Sousa
A Legião
Portuguesa ao
serviço
da França
Maria
Rosalina Delgado
Os temores milenários
da fome e a Revolução
Francesa
Fernando
Calapez Corrêa
Produção
cerealífera
em Aljezur em
1789
Carlos
Alberto Nigueira
A Inquisição
de Lisboa e a
s invasões
francesas
Carlos
Faria Pimenta
Religião
e revolução
– os liberais
católicos
no Vintismo (1820/1823)
Álvaro
Manuel Machado
Luzes e Revolução
Francesa: do Pré-Romantismo
ao Romantismo
Mendes
Atanázio
O restauro dos
monumentos depois
da Revolução
Francesa
Maria
João Baptista
Neto
Elementos para
o restauro do
Mosteiro de Santa
Maria da Vitória
no século
XIX
Francisco
de Simas Alves
de Azevedo
Legado emblemático
da Revolução
Francesa
Paulo
Ferreira de Castro
A Revolução
Francesa e as
mutações
do imaginário
Maria
Helena Carvalho
dos Santos
14 de Julho de
1789 – um
testemunho
Alberto
Franco Nogueira
Conclusões
Alocução
do Prof. Gusdorf
no jantar de encerramento
do Colóquio
Como escreveu
Jean-Pierre Rioux,
num artigo datado
de 26 de Agosto
de 1989 no jornal
Le Monde, é
hoje preferível
interrogar a celebrar
o acontecimento
extraordinário
constituído
pela Revolução
Francesa. Foi
nesta perspectiva
que a Universidade
Lusíada
promoveu, através
do seu Departamento
de História,
a realização
do Colóquio
subordinado ao
tema.
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