ARTIGOS
Ricardo
Leite Pinto
Nota de abertura
Abílio
Manuel de Almeida
Morgado
Interpretação
da lei fiscal
Manuel
Lopes Rocha e
Ricardo Leite
Pinto
Dados pessoais
informatizados
e democracia interna
nos partidos políticos
Miguel
Catela
Modificações
recentes na regulamentação
dos contratos
públicos
internacionais
Nuno
Rogeiro
Do poder legitimado
– os “tipos
ideais”
de autoridade
na sociologia
política
de Max Weber
William
A. Galston
Promoting tolerance
for the twenty-first
century
DOCUMENTOS
Debates
na Constituinte
de 1911
Egas Moniz, Manuel
de Arriaga, Barbosa
de Magalhães,
Alexandre Braga,
José Barbosa,
Inocêncio
Camacho, Ramada
Curto, Eusébio
Leão e
Aresta Branco
JURISPRUDÊNCIA
COMENTADA
Tribunal
Europeu dos Direitos
do Homem
Acórdão
7/1994/454/535
– Caso Vogt
vs. Alemanha
Anotação
de Luís
Serradas Tavares
LIVROS
E REVISTAS
Afonso
d’Oliveira
Martins
La revision constitucional
y el ordenamiento
português
Paulo
Otero
O poder de substituição
em direito administrativo
Jónatas
Eduardo Mendes
Machado
Liberdade religiosa
numa comunidade
constitucional
inclusiva
Luís
Serradas Tavares
A aplicação
interna das convenções
internacionais
face ao controlo
do Tribunal Constitucional
Após alguns
(poucos) anos
de interregno,
a Polis reaparece.
Continuará
a ser um forum
aberto e plural,
não enfeudado
a escolas, ideologias,
doutrinas ou correntes,
como a composição
do Conselho Científico
o espelha. Pretende
manter-se como
“um constante
e inquieto cadinho
de ideias”,
onde os colaboradores,
à margem
de rótulos
académicos
ou profissionais
se distingam unicamente
pela qualidade
e seriedade da
sua produção
intelectual. E
procurará
manter-se fiel
ao ecletismo temático
que a inspirou,
acolhendo colaborações
usualmente inseridas
no Direito Constitucional
e na Ciência
Política,
mas alargando-se
aos contributos
do Direito Comunitário,
do Direito Internacional
Público,
da História
Política
ou da Teoria Política.
Razões
pois para mantermos
inalterável
o “estatuto
editorial”
que no nº
1 da I.ª
série se
deu à estampa.
Para além
disso, como o
leitor constatará,
a Polis mantém
a mesma estrutura
interna –
com idênticas
secções
(com excepção
do “Observatório
Eleitoral”,
que regressará
no próximo
número)
-, apresenta o
mesmo aspecto
gráfico
e continua a alimentar
a mesma (modesta)
ambição.
A de cativar alguns
interessados,
por poucos que
sejam, para o
terreno fértil
e entusiasmante
do estudo e da
discussão
dos fenómenos
jurídico-políticos.
(Ricardo Leite
Pinto)
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