|
1.
Leopardo / Ricardo
Zúquete
2. Ver, ouvir,
sentir a arquitectura
/ Rui Alves
3. “Não
sei desenhar...”
/ João
Miguel Couto Duarte
4. Sem escala
/ Susana Santos
5. Do todo e da
parte: a solidão
da casca / Maria
João Soares
6. 1+1 ? 3 / Helena
Carqueijeiro
7. 4’33’’
/ Miguel Seabra
8. Modos de ver
o espaço
/ Lígia
Félix da
Costa
9. O regresso
de Blimunda /
Maximina Almeida
10. Interessa-se
reflectir sobre
arquitectura /
Florbela Ferreira
11. A construção
do vazio / Sónia
Silva
12. Voando sobre
a água
/ Nuno Antunes
13. O olhar da
mente / Paulo
Sá Gomes
14. Velhos conceitos:
novas possibilidades
para a arquitectura
/ Maria de Jesus
Na
sequência
da colecção
de cadernos de
Arquitectura 1,
este Caderno Branco
é agora
testemunho dos
docentes. Será
assim uma outra
tentativa de enquadrar
os estudos da
disciplina, agora
pela mão
e ideia de quem
a lecciona, testemunho
de praticantes,
que acompanham
o trabalho diário
com a simples
ambição
de dar a ver:
pela descoberta,
pelo conhecimento
e sensibilização.
Os temas em estudo
e as questões
que se perseguem
compõem
um adequado envolvimento
e a possibilidade
de um saber que
se principia a
ver, de cuja consciência
progressiva revelará
a escala dessa
ambição.
Do que se pode
dar e o que há-de
ver.
Este caderno será
como um escrito
em branco que
enquadra e oferece
essa imensidão
de descoberta
e saber, e servirá
por isso para
que os leitores
o completem, com
uma leitura estimulante
e inventiva. Haverá
textos para ler
de uma vez, outros
para ler em pedaços,
alguns que são
para reler e redescobrir,
sempre; ideias
que vão
revelar outras
sobre escritos
da nossa imaginação.
Algumas que se
podem contar,
outras para guardar
em segredo e desenhar.
Podem-se mesmo
abandonar frases,
esquecer textos
inteiros, ou guardar
alguns como cativos
e sublinhar partes
a nunca perder.
Em branco, porque
podem ser extraordinárias
as aulas que se
venham a descobrir,
os debates e as
ideias, ou mesmo
os esquissos que
se inventam desde
as suas leituras.
O caderno será
assim completado
por essas descobertas,
e que se torne
então parte
desse diário
imenso de vontades
e ensaios e saberes.
(Ricardo Zúquete)
|