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separador IDENTIDADE E IMAGEM ORGANIZACIONAL
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Autora: Maria Helena Faveiro
Título: Identidade e imagem organizacional
Local: Lisboa
Ano: 2004
Colecção: Manuais
Páginas: 85
ISBN: 972-8883-03-X
Depósito Legal: 212128/04
Dimensões: 24x17 cm
Encadernação: Brochado
Peso: 175 gr
Preço:
10,09 €

1. A identidade da empresa
1.1. Um conceito em evolução
1.2. Tipos de estrutura
1.3. A importância da identidade da empresa
1.4. As principais áreas componentes da identidade organizacional
1.5. A firma ou denominação empresarial
1.6. As marcas
1.7. Os produtos e serviços
1.8. A identidade visual
2. A comunicação
2.1. A informação e a comunicação, na vida das empresas
2.2. Os diversos públicos cuja audiência interessa à empresa
2.3. A importância da comunicação para a identidade e para a imagem
2.4. Os meios de comunicação
2.5. A comunicação ascendente e horizontal
2.6. A auditoria da comunicação
3. A imagem
3.1. O conceito de imagem
3.2. Objecto e formação da imagem
3.3. Os meios de formação da imagem
3.4. A gestão da imagem

Sendo ao consumidor que se dirige todo o objecto essencial da actividade da empresa, e de quem depende, afinal, toda a realização dos seus fins, i.e., toda a sua existência e sobrevivência no futuro, sucede que o consumidor é livre para escolher quem lhe fornece esses bens ou serviços de que carece dentro de um vasto leque de alternativas possíveis em que pode exercer sobre o consumidor é a de exibir, perante ele, uma identidade própria, distinta e convincente de si mesma e dos produtos que oferece, por forma a criar nele uma imagem opcional quanto à excelência ou superioridade dos bens que fornece ou dos serviços que presta.
Identidade e imagem, são, pois, duas concepções, valores culturais e interesses afins e interdependentes que a empresa tem de articular e desenvolver quer em termos estruturais quer na gestão operacional; e que aos responsáveis pela gestão empresarial e pela docência importa precisar e desenvolver no seu conteúdo e acção e aplicar e manter entre o primado das acções que lhes cabem: a identidade, como expressão complexa do conjunto dos componentes a caracteres que individualizam a empresa, a distinguem e acreditam entre todas as outras, como os produtos e serviços que dela emergem; a imagem, como concepção ou valor psicológico formado e mantido no espírito do consumidor por força das inferências nele produzidas pela concepção convincente da identidade da empresa que nele se projecta e mantém.
Num mercado como o actual e naquele que se perspectiva para o futuro, que se caracteriza pela evolução rápida e dominante, de globalização crescente em todos os campos, e de maior relevância no campo das relações económicas empresariais, onde a competição e concorrência se expandem em termos universais, as empresas que não se preocupem em rever e reforçar a sua identidade e não controlem a sua imagem, acabarão por perecer num futuro mais ou menos próximo.
. - Em face da importância do tema atrás referido, enveredou-se por uma aplicação ao sector do turismo.
Sendo o turismo um dos campos de maior amplitude e expansão universal e sendo as empresas hoteleiras que constituem a base estrutural daquele ramo económico, consideramos ser tal ramo, que após explanação teórica da clarificação e dimensão que na organização empresarial deverá ser dados a tais conceitos, deveria incidir a análise concreta e a aplicação empírica de tal problemática. E, sendo grande a heterogeneidade dos caracteres em que decorre o turismo e ser difícil, senão impossível, estabelecer linhas de orientação comuns a todas as empresas hoteleiras levando-as a cuidar da criação e da formação e garantia da imagem, fixamos o nosso campo de observação, de análise aplicada e de recomendação ao sector do turismo dos homens de negócio, e aos hóteis de 5 e 4 estrelas da região da costa de Lisboa, por se tratar de um campo e um espaço menos vulneráveis no âmbito daquela heterogeneidade e, por isso, susceptíveis de um tratamento, tanto quanto possível , uniforme e exaustivo.
Neste sentido, foi feito um levantamento do estado da arte, no que respeita à identidade e imagem das empresas hoteleiras, a que se seguiu um trabalho de campo que envolveu a percepção dos directores dos hóteis atrás referidos e dos respectivos clientes (homens de negócios), o que permitiu identificar os factores mais importantes nesta área, bem como proceder à segmentação do mercado e ao agrupamento dos hóteis em referência.
(Maria Helena Faveiro)



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