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O IMPACTO DO ALARGAMENTO
DA UNIÃO
EUROPEIA AOS PAÍSES
DA EUROPA CENTRAL
E ORIENTAL NO PADRÃO
DE ESPECIALIZAÇÃO
DA ECONOMIA PORTUGUESA |
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Encomendas |
Miguel Alexandre
Teixeira Coelho
O impacto do alargamento
da União
Europeia aos países
da Europa Central
e Oriental no padrão
de especialização
da economia portuguesa
Lisboa
2002
145
Teses
972-8397-17-8
23x16 cm
Brochado
235
gr
13,12 €
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1.
Introdução
2. Enquadramento
do tema
3. Padrão
de comércio
dos países
em análise
4. Comércio
inter-ramo
5. Comércio
intra-ramo
6. Sobreposição
das estruturas de
exportação
7. Conclusões
e comentários
finais
As transformações
políticas
ocorridas em finais
da década
de oitenta nos países
da Europa Central
e Oriental (PECO)
alteraram profundamente
as relações
entre estes países
e o Ocidente, em
especial com a União
Europeia (UE).
Neste novo contexto
a União Europeia
surge, para esses
países, como
um elemento de suporte
fundamental à
consolidação
do processo de abertura
e democratização.
Assim, não
é de estranhar
que a maioria desses
países, em
especial os países
do Visegrado (Polónia,
Hungria, República
Checa e República
Eslovaca), pretendam
aderir à
UE, tendo, aliás,
a celebração
dos Acordos Europeus
(AE's) entre a UE
e alguns dos PECO,
constituindo uma
primeira etapa nesse
caminhada.. Este
aprofundamento das
relações
entre os PECO e
a UE terá
inevitáveis
consequências
económicas,
políticas,
sociais e culturais
não só
nos países
aderentes como também
nos próprios
países que
fazem parte da União.
Partindo deste contexto,
o propósito
deste trabalho será
o de avaliar o impacto
desse aprofundamento
nos fluxos comerciais
de Portugal e, desta
forma, identificar
na estrutura produtiva
portuguesa as indústrias
e produtos mais
sensíveis.
Sabendo da importância
que a UE tem no
sector exportador
nacional torna-se
óbvio que,
se o aprofundamento
referido anteriormente
tiver uma importância
efectiva, a indústria
portuguesa sofrerá
inevitáveis
consequências
quer a nível
de produção
quer a nível
de emprego.
Habitualmente, a
análise dos
efeitos dos acordos
preferenciais ou
da criação
de uniões
aduaneiras baseia-se
na avaliação
de dois efeitos:
criação
e desvio de comércio.
Contudo, no caso
em estudo, o que
se pretende estudar
consiste na substituição
de produtos exportados
por Portugal para
a União por
produtos provenientes
dos PECO.
Uma vez que não
se trata nem da
substituição
de produção
interna por produção
de um país
signatário,
nem da substituição
de importações
do resto do mundo
por importações
de países
signatários,
este efeito não
poderá ser
inserido nem no
âmbito da
criação
nem no de desvio
de comércio
e por isso todas
as metodologias
que visam avaliar
estes dois efeitos
não são
aplicados ao presente
estudo. Em alternativa
optámos por
avaliar este potencial
efeito através
da utilização
dos já tradicionais
indicadores de comércio
intra e inter-ramo,
a par de instrumentos
utilizados para
medir o grau de
semelhança
da estrutura exportadora
de dois países
- indicadores de
sobreposição
- que serão
utilizados, quer
isoladamente, quer
em simultâneo
com outros indicadores.
Com isto esperamos
identificar quais
os sectores e produtos
portugueses mais
sensíveis
a um provável
"aprofundamento"
do relacionamento
da UE com os PECO.
(Miguel Alexandre
Teixeira Coelho) |
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