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separador ESTRANHOS: JUVENTUDE E DINÂMICAS DE EXCLUSÃO SOCIAL EM LISBOA
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Encomendas

Autor: José Luís Garcia
Título: Estranhos: juventude e dinâmicas de exclusão social em Lisboa
Local: Oeiras
Ano: 2000
Editora: Celta
Páginas: 254
ISBN: 972-774-051-0
Depósito Legal: 146787/00
Dimensões: 23,5x15,5 cm
Encadernação: Brochado
Peso: 370 gr
Preço:

Sumário:

1. A exclusão, a pobreza e o país

1.1. As duas faces do ser

1.2. O país e a nobreza persistente, extensa e severa

2. População, famílias e desresponsabilização parental

2.1. Quadro geral

2.2. Instantâneos bibliográficos

2.3. Processos e configurações de jovens em situação de exclusão social com dominante de abandono e desresponsabilização familiar

3. Educação, abandono escolar, grupos imigrantes

3.1. Quadro geral

3.2. Instantâneos biográficos 1

3.3. Processos e configurações de jovens em situação de exclusão com dominante de insucesso e renúncia escolar

3.4. Instantâneos biográficos 2

3.5. processos e configurações de jovens em situação de exclusão social de origem imigrante

4. Jovens “institucionalizados”, justiça, “toxicodependência”

4.1. Quadro geral

4.2. Instantâneos biográficos 1

4.3. Processos e configurações de jovens em situação de exclusão social “ institucionalizados” em lares

4.4. Instantâneos biográficos 2

4.5. Processos e configurações de jovens em situação de exclusão social com dominante de consumo/tráfego de drogas ilícitas

5. Trabalho, emprego e precariedade

5.1. Quadro geral

5.2. Instantâneos biográficos

5.3. Processos e configurações de jovens em situação de exclusão social com dominante de precariedade laboral e desemprego

6. Instituições, percursos e intervenção

6.1. Quadro geral

6.2. Sobre as instituições de acção social

7. Conclusão

Resumo:

Estranhos tenta propor de imediato no título a sua principal sugestão: o de uma perturbação actual das fronteiras e processos que fixam os que estão “dentro” ou “fora” da “protecção salarial” e do que se designa por sociedade. O “excluído” não carece de “reinserção” ou “ressocialização”, no sentido que tem sido realmente dado a estes termos já que nunca deixou de ser o “excluído”. O estado de pobreza e de exclusão transforma-se para o indivíduo num estado total, ou quase total, de ausência de “capacidade social”: excluído devido aos meios demasiado escassos para viver segundo os padrões médios da sua sociedade, o “excluído” é-o por uma condição ditada pelo seu estado de sujeição quanto à forma como deve viver, aos trabalhos a que tem de recorrer, aos cursos que pode aspirar, às profissões a que se deve adequar, às condutas que deve evitar, ao comportamento humilde-agradecido-humilhante que deve demonstrar.

 

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