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separador ELITES E PODER: OS GRUPOS ECONÓMICOS EM PORTUGAL DO "ESTADO NOVO" À ACTUALIDADE
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Encomendas

Autor: Joaquim Manuel Croca Caeiro
Título: Elites e poder: os grupos económicos em Portugal do "Estado Novo" à actualidade
Local: Lisboa
Ano: 2004
Colecção: Serviço social
Páginas: 565
ISBN: -
Depósito Legal: 216 266/04
Dimensões: 25x19 cm
Encadernação: Brochado
Peso: 1,040 gr
Preço: 17,16 €

Sumário:

Agradecimentos

Prefácio

I. Introdução metodológica

1. A imagem do poder na delimitação do objecto do estudo

2. Contributo para a análise do poder

3. As teorias da elite

II. As forças de apoio na génese do "Estado Novo" (1933-1945)

1. Os grupos económicos

1.1. Enquadramento teórico
1.2. O sector financeiro 1933-39
1.3. O sector não financeiro 1933-45
1.4. O sector financeiro 1939-45
1.5. O sector não financeiro 1939-45

III. Do fim da II Guerra Mundial ao "caso Humberto Delgado" (1946-1958)

1. O fim da II Guerra Mundial e a mudança da fórmula política

2. A estabilização do regime face à fórmula política vencedora

3. As forças de continuidade e persistência

3.1. As Forças Armadas
3.2. As corporações
3.3. As forças económicas

4. As forças de insurgência e de mudança

4.1. A oposição militar

IV. O princípio do fim do "Estado Novo" (1959-1968)

1. As forças de continuidade e persistência

1.1. As forças económicas
1.2. Forças Armadas e poder político
1.3. A política ultramarina e a abrilada de 1961
1.4. A abrilada de 1961 e o iniciar da guerra africana

2. As forças de insurgência e de mudança

2.1. As forças políticas

V. O Estado social (1969-1974)

1. Continuidade e persistência

1.1. As forças político-militares
1.2. As forças económicas

2. Mudança e insurgência

3. As forças político-militares

VI. O Estado revolucionário (1974-1976)

1. A revolução política e as suas opções

1.1. De 25 de Abril de 1974 a 18 de Julho de 1974
1.2. De 18 de Julho de 1974 a 25 Novembro de 1975

2. A revolução económica: a liquidação dos grupos

2.1. A ditadura económica: nacionalizações e reforma agrária

3. O grupo Estado

VII. O Estado social de direito e a cura das feridas (1976-1995)

1. O processo político-económico

1.1.Partidos políticos e Constituição de 1976. Os projectos e os princípios no âmbito económico
1.2. Política de estabilização económica e reforço da autoridade do estado. Os governos constitucionais. Programas e planeamento económico
1.3. Revisão Constitucional de 1982. A relevância da revisão do ponto de vista económico e militar

2. A liberalização económica e privatizações: a década de 80

2.1. Os novos grupos económicos (1983-1990)
2.2. Os novos grupos económicos (1990-1996)

3. A adesão de Portugal às Comunidades Europeias

VIII. Teses

Tese 1 - A evolução do regime em Portugal: a base económica

Tese 2 - A constituição económica

Tese 3 - A evolução das forças de apoio e de insurgência

Tese 4 - O Estado social

Tese 5 - O Estado social de Direito

Tese 6 - Os grupos económicos. Evolução e poder no "Estado Novo"

Tese 7 - A distribuição dos rendimentos. A desigualdade permanente

Tese 8 - O fim dos grupos e o predomínio do Estado

Tese 9 - O mito do eterno retorno. De novo os grupos económicos

Tese 10 - O pluralismo das elites do poder

Resumo:

Desde 1932 que os regimes políticos em Portugal assentaram a sua base social de apoio num quadro predominantemente económico, através do qual as elites ligadas aos vários sectores exerceram sobre o poder político influência directa e decisiva.

Da análise da documentação directa e indirecta consultada, ressalta com clareza a capacidade de adaptação das forças económicas a situações políticas diferentes, procurando sistematicamente a obtenção dos seus interesses e não raras vezes, o domínio ainda que sub-reptício do poder político. Mesmo nas situações mais extremas, nomeadamente as que se viveram nos períodos de 1961 e 1974-1975, com maior gravidade neste último, as forças económicas souberam sempre tirar o melhor partido da necessidade premente que delas tem qualquer Estado e bem assim qualquer regime. Não é possível a manutenção e exercício do poder político se com ele não coexistir um sistema económico, cuja capacidade e iniciativa assente num grande dinamismo. Com efeito, o papel dos grandes grupos económicos numa economia avançada é determinante para a evolução e manutenção do sistema.

 

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