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Encomendas

Título: Portfolio: revista anual de design industrial
Director: Manuel Diogo
Número: 1
Local: Porto
Ano: 2002
Páginas: 65
ISSN: 1645-5282
Depósito Legal: 184121/02
Dimensões: 21x29,8 cm
Encadernação: Brochado
Peso: 480 gr
Preço: esgotado

Editorial:

Em meados do mês de Junho do corrente ano, o Presidente da Direcção da Cooperativa de Ensino Universidade Lusíada e do Conselho Directivo, Professor Doutor António Martins da Cruz, em reunião que efectuou com os directores das diversas faculdades do Polo do Porto, sublinhou a importância que os colóquios, as conferências e os seminários realizados representavam na vida da Universidade e o contributo que, inegavelmente, forneciam para o debate de temas centrais da nossa sociedade.

Mas ao fazê-lo, não deixou de referir que o reconhecimento do que eventualmente se tenha feito de importante, só o será verdadeiramente se ele servir de ponto de partida para fazerainda melhor.
A sugestão não caiu em saco roto. Aliás, ela veio ao encontro dos objectivos que a direcção, os docentes e os alunos da Faculdade de Arquitectura e Artes já haviam traçado para o ano lectivo de 2002/2003, no âmbito da realização das actividades extracurriculares.

Daí que a publicação deste primeiro número da revista Portfolio, na área do Design, constitua o início da actividade editorial e reflicta o resultado da investigação levada a efeito pelos alunos e pelos docentes do 5°ano da licenciatura; mas ela não espelha, ainda, o padrão de exigência que se pretende alcançar.

Contudo, a revista Portfolio nasce com o firme propósito de ocupar um lugar de destaque no domínio das preocupações científicas e académicas desta área do conhecimento, e com a intenção de criar um espaço de reflexão sobre a natureza da actividade do Design, o entendimento dos valores, a avaliação de tendências, a sua evolução, o registo de ideias e de conceitos, e procederão lançamento de hipóteses.

Nasce para pôr em evidência não só a figura do designer perante a sociedade, sobre as questões éticas da sua vocação, sobre a eficácia e a responsabilidade própria da sua natureza profissional, mas também para analisar o perfil da indústria e do empresário, para colocar interrogações sobre as questões éticas da sua vocação e a responsabilidade própria da sua prática profissional.

Nasce para enfatizar o carácter de síntese e de convergência de técnicas, de resposta a estímulos e a problemas específicos que emanam do desenvolvimento da estrutura curricular da licenciatura, em que se utilizam mecanismos que visam fornecer aos formandos uma grande capacidade de compreensão dos fenómenos que envolvem o design e a sua inserção no processo produtivo, como forma de contribuir para a qualificação das vivências económicas e sociais.

Nasce para expor a nossa experiência pedagógica e científica, mas, sobretudo, para ajudar a esbater a distância que ainda nos separa do nível médio de formação académica que possuem a maioria dos países que fazem parte da Comunidade Europeia.

Por isso, o Portfolio nasce para tentar diminuir o atraso que tão lucidamente Daciano da Costa sublinha, quando refere que o aparecimento do Design em Portugal é extremamente tardio, surge no quadro de um país eminentemente rural, de indústria incipiente, com uma cultura artística insuficiente e um ensino académico desactualizado que ficou à margem da problemática entre as artes e a indústria.

De facto, actualmente, vivemos num mundo global onde as leis do mercado e as da economia, constituem o interface entre o saber e as necessidades.

E, neste domínio, o Design tem que constituir um elemento central do processo competitivo, bem como uma preocupação estratégica permanente das empresas e das políticas públicas.

Cabe então perguntar se teremos nós, em Portugal, designers industriais em número suficiente, que garantam de maneira sistemática a criação de produtos inovadores e evoluídos do ponto de vista tecnológico.

A resposta é naturalmente negativa, porque, de um modo geral, a política educativa que os diversos governos têm levado a efeito, encontra-se em muitos aspectos desajustada das reais necessidades do sector produtivo, mesmo quando se sabe que áreas do conhecimento como a do Design, constituem factores imprescindíveis para a qualificação da produção industrial, para a competitividade, para a internacionalização e para o sucesso das empresas.

Cientes de que o tardio despertar para esta realidade já teve consequências nefastas, é desejável que se operem as inevitáveis mudanças na mentalidade oficial e no interior do tecido empresarial português e se criem novas perspectivas para o Design, num espaço de trabalho em expansão.

A Universidade Lusíada não podia ignorar esta situação, atenta, como sempre, às constantes alterações das realidades sociais, culturais e tecnológicas, e firmemente empenhada em contribuir para a evolução nos diversos domínios do saber.

Assim, no ano lectivo de 1995/96, foram abertas licenciaturas em Design Industrial no Porto e em Lisboa, nas quais se pretende formar profissionais que possam constituir-se como um dos principais factores para a qualificação das empresas portuguesas.

Neste sentido, os Designers formados pela Universidade Lusíada, encontram-se munidos de uma formação pluridisciplinar completa, pautada por elevados níveis de exigência e de rigor, mas, acima de tudo, preparados para continuara aprender.

Em suma, estamos prontos, Universidade e licenciados, para contribuir responsavelmente na renovação da imagem do produto industrial português, para afirmara marca da sua qualidade, com o firme desejo de que ele se venha a impor e a manter em mercados internos e externos, sem que o baixo preço seja a razão fundamental da sua aceitação.

Isto é, conciliar os imperativos técnicos e os económicos, a fim de se conceber um produto acessível ao maior número possível de consumidores, de maneira que o seu envelhecimento seja provocado por uma evolução tecnológica e funcional, e não por um qualquer fenómeno de moda.

 

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