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separador A ARQUITECTURA DO COLÉGIO JESUÍTA DE OLINDA DOS SÉCULOS XVI E XVII
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Encomendas

Autora: Albertina Marques Pires Belo
Título: A arquitectura do Colégio Jesuíta de Olinda dos séculos XVI e XVII
Local: Lisboa
Ano: 2000
Páginas: 279
Colecção: Teses
ISBN: 972-8397-13-5
Dimensões: 23x16 cm
Encadernação: Brochado
Peso: 425 gr
Preço: 12,11 €
Sumário:

I. A Capitania de Pernambuco e o Colégio Jesuíta de Olinda
II. Implantação da Companhia de Jesus em Portugal e no território colonial brasileiro
1. Nótula sobre o establecimento da Companhia e a organização da assistência de Portugal
2. A Companhia de Jesus no território do Brasil
3. Instalação dos jesuítas em Pernambuco
4. Ampliação das primeiras instalações e a construção da igreja
5. A atribulada instalação do Colégio
6. Os estudos do Colégio de Olinda
7. Instituições de vínculos à Companhia de Jesus no Brasil e a subsistência do Colégio de Olinda
8. Os jesuítas deixam definitivamente o Colégio de Olinda
III. A arquitectura do Colégio de Olinda
1. Dinâmica construtiva, arte e racionalidade inacianas no Brasil
2. Descrição do Colégio Jesuíta de Olinda
3. O percurso do Irmão Francisco Dias (1538?-1633)
IV. Questões relativas à edificação do Colégio Jesuíta de Olinda
1. A planta do Colégio de Olinda
2. Particularidades do Colégio de Olinda como espaço jesuítico
3. Influências detectáveis no Colégio de Olinda
4. Os presumíveis azulejos da Igreja de Nossa Senhora da Graça

Resumo:

Compreensão do espaço e dos padrões de construção inacianos nos primórdios da arquitectura da Companhia de Jesus no Brasil através do exemplar edifício do antigo Colégio de Jesuítas de Olinda, peça determinante para o conhecimento da arquitectura portuguesa de carácter religioso no Brasil dos séculos XVI e XVII. Singularidade da sua igreja, considerada o mais antigo modelo entre as construídas no Nordeste brasileiro; singularidade do seu colégio, único de entre os fundados pelos jesuítas quer em Portugal quer no Brasil, no primeiro século da sua expansão, que conserva hoje a traça primitiva. Análise do programa construtivo inaciano para Colégios, suas localizações geográficas e topográficas; soluções alcançadas, tendo-se em mente desempenhos e necessidades particularizantes desta sociedade religiosa, que se não demarcaram de factores socio-económicos e de diversificadas vicissitudes históricas. Definição da peça como um todo, igreja e colégio, cotejo com outras congéneres levantadas em território português e brasileiro, e análise arquitectónica, volumétrica e de elementos decorativos. Estudo dos critérios formais e estilísticos por que se regeu a construção do Colégio Jesuíta de Olinda e sua relação quer com um conjunto de soluções da tradição portuguesa vernacular do "estilo chão" quer do Maneirismo italianizante recém absorvido nas artes em Portugal quer ainda com soluções Tridentinas. (Albertina Marques Pires Belo)

 

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