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separador O Portugal intervencionado e a industrialização adiada
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Autor: Francisco José Guimarães Castelo Branco Ribeiro
Título: O Portugal intervencionado e a industrialização adiada
Local: Lisboa
Ano: 2010
Colecção: Teses
Páginas: 198
ISBN: 978-989-640-054-5
Depósito Legal: 300747/09
Dimensões: 24x17 cm
Encadernação: Brochado
Peso: 355 gr
Preço: 12,12 €

Capítulo 1
1. Introdução

Capítulo 2 - A moldura teórica geral
2. A proposta teórica
3. A dinâmica das trocas
4. Uma teoria dos contratos
5. Articulação entre agentes económicos e contratos
6. Uma abordagem à teoria do caos
7. Proposta de uma nova visão

Capítulo 3 - Teses intervencionistas
8. Do Estado agente económico

Capítulo 4 - O começo português
9. O caso português: até à fundação
10. Portugal com limites

Capítulo 5 - O Estatismo europeu
11. O pensamento económico europeu
12. A teoria clássica
13. A defesa do intervencionismo
14. Teorização da política industrial
15. O paradigma neo-clássico
16. Condutas restritivas da concorrência
17. A União Europeia e o intervencionismo

Capítulo 6 - O final português
18. Regresso a Portugal, século XX

Capítulo 7 - Reflexão final
19. Estranhos números
20. Conclusões

Este estudo pretende demonstrar que em Portugal, como noutros países europeus, assistiu-se, ao longo dos séculos, ao triunfo do intervencionismo na economia, em geral, e na indústria, em particular. Este facto, originou que o país, no seu percurso histórico, estivesse quase sempre arredado da sociedade da abundância e que nunca acreditou no indíviduo como empreendedor. E, mesmo como membro da União Europeia, a tal abundância revelou-se efémera, consequência da cultura intervencionista que faz do Estado português um agente económico estrangulador da livre actividade económica.

 

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