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Capítulo 1
1.
Introdução
Capítulo 2 - A moldura teórica geral
2. A proposta teórica
3. A dinâmica das trocas
4. Uma teoria dos contratos
5. Articulação entre agentes económicos e contratos
6. Uma abordagem à teoria do caos
7. Proposta de uma nova visão
Capítulo 3 - Teses intervencionistas
8. Do Estado agente económico
Capítulo 4 - O começo português
9. O caso português: até à fundação
10. Portugal com limites
Capítulo 5 - O Estatismo europeu
11. O pensamento económico europeu
12. A teoria clássica
13. A defesa do intervencionismo
14. Teorização da política industrial
15. O paradigma neo-clássico
16. Condutas restritivas da concorrência
17. A União Europeia e o intervencionismo
Capítulo 6 - O final português
18. Regresso a Portugal, século XX
Capítulo 7 - Reflexão final
19. Estranhos números
20. Conclusões
Este estudo pretende demonstrar que em Portugal, como noutros países europeus, assistiu-se, ao longo dos séculos, ao triunfo do intervencionismo na economia, em geral, e na indústria, em particular. Este facto, originou que o país, no seu percurso histórico, estivesse quase sempre arredado da sociedade da abundância e que nunca acreditou no indíviduo como empreendedor. E, mesmo como membro da União Europeia, a tal abundância revelou-se efémera, consequência da cultura intervencionista que faz do Estado português um agente económico estrangulador da livre actividade económica.
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