topo
meio_simbolo riscas1
  simbolo_bottom  
espaço
 
editora
separador
espaço
separador
espaço
 
produtos
separador
espaço
separador
espaço
separador
espaço
separador
espaço
separador
espaço
 
Instruções aos autores
separador
espaço
separador
espaço
separador
espaço
separador
espaço
separador
espaço
separador
espaço
 
 
 

 
Livros
separador Livros

separador Cidades flexiexistencialistas
espaço

capa

Encomendas

Título: Cidades flexiexistencialistas
Coordenação: Mário João Alves Chaves
Colecção: Ensaios
Local: Lisboa
Ano: 2010
Páginas: 128
ISBN: 978-989-640-069-9
Depósito Legal: 316650/10
Dimensões: 24x16,5 cm
Encadernação: Brochado
Peso: 420 gr
Preço: 20,00 €
Apoio: Fundação para a Ciência e a Tecnologia

 

Sumário:

A cidade desapareceu.
João Pires Antunes

Cidades flexiveis.
Sérgio Bernardo

Espaço urbano de festa.
Helena Carcajeiro

A cidade digital substitui a cidade analógica.
Maria Jesus Carvalho

Super cidades [Iugares, não lugares e lugares banais].
Mario Chaves

Cidades tácteis.
Bernardo d'Orey

Deus das cidades.
Pedro Gama

Cidades: da imagem mental ao espaço público.
Pedro Lebre

Esquinas de fumo.
Pedro João Novo

A cidade e o tempo.
João Rocha

Impérios vazios.
Gonçalo Seabra

Desabafo citadino.
Artur Silva

Nova cidade velha.
Miguel Ângelo Silva

Um futuro anunciado no presente da cidade e o sentir.
Maria João Soares

A Fundação para a Ciência e a Tecnologia, por intermédio da Universidade Lusíada de Lisboa e da sua Faculdade de Arquitectura e Artes, constituiu instituições de I&D - Investigação e Desenvolvimento que visam ampliar de uma forma específica a revelação e estruturação do conhecimento em diversas áreas, nas quais e neste contexto, se ressalta o Centro de Investigação em Território, Arquitectura e Design [Art-LVT-Lisboa-4026] constituído por quatro grupos de investigação, no qual o Grupo 3, de Arquitectura e Urbanismo, acolhe Cidades flexiexistencialistas, cuja investigação quer percepcionar as condições contemporâneas de vivenciação da cidade e das suas urbanidades, nas sucessivas questões da criação e consolidação dos lugares, dos vazios urbanos, dos não lugares, dos lugares comuns e banais, das áreas históricas cristalizadas. A rapidez da história é também a urgência do pensamento, da acção, da atitude, da vontade de saber que a cidade é a mãe de toda a civilização. Seja como for, a cidade comanda a história e a sua capacidade de gerar o lar dos cidadãos, merece a reflexão devida.

A compilação de textos em Cidades flexiexistencialistas quer abordar e reconhecer diferentes questões ligadas à manifestação da urbanidade numa idade propícia à mudança, violenta e incontrolável, face às revoluções tecnológicas, económicas, sociais, gastronómicas, musicais. Tudo altera a cidade e a fortalece, embora muitas vezes digamos que não nos agrada, a sua flexi adaptabilidade e capacidade de sedução, faz com que seja cada vez mais poderosa e atractiva. Viciante. É este o pressuposto da flexiexistência, não vergar, vingar, triunfar. Viva a cidade!

topo  topo

 



   

separador
espaço
 
   
 
espaço

separador
espaço
 
   
 
espaço

separador
espaço
 
   
 
espaço

separador
espaço
 
   
 
espaço

separador
espaço
 
   
 
espaço

separador
espaço
 
   
 
 
espaço

 
  simb.reader Download Acrobat Reader    simb. winzip Download Winzip  
espaço
espaço


Copyright © 2003 Universidade Lusíada de Lisboa | Todos os direitos reservados
Resolução 800x600 pixeis | Internet Explorer 4.0
Actualizado em