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separador HERÁLDICA, REPRESENTAÇÃO DO PODER E MEMÓRIA DA NAÇÃO.
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Encomendas

Título: Heráldica, representação do poder e memória da nação: o armorial autárquico de Inácio de Vilhena Barbosa.
Autor: Miguel Beirão de Almeida Metelo de Seixas
Colecção: Teses
Local: Lisboa
Ano: 2011
Páginas: 677
ISBN: 978-989-640-090-3
Depósito Legal: 333878/11
Dimensões: 24x17 cm
Encadernação: Brochado
Peso: 1125 gr
Preço: 22,50 €
Apoio: Fundação para a Ciência e a Tecnologia

1. Génese

  • Novos ritos para a cerimónia antiga: a aclamação de D. Pedro V.
  • O despertar do interesse pela heráldica municipal.
  • Compilar, explicar, difundir: a edição do armorial autárquico.
  • O armorial de Vilhena Barbosa.

2. Raízes

  • As insígnias municipais e os primeiros armoriais portugueses: razões de uma ausência.
  • A heráldica no Antigo Regime: uma realidade funcional?
  • Qual pedra íman: a matéria heráldica na produção cultural do Antigo Regime.
  • Genealogia dos mitos: as insígnias municipais nos armoriais portugueses do Antigo Regime.

3. Projecção

  • Sob o signo do liberalismo: a heráldica portuguesa oitocentista.
  • Vilhena Barbosa e a construção da memória.
  • Heráldica autárquica e identidade nacional.

Tendo como ponto de partida o armorial autárquico publicado por Inácio de Vilhena Barbosa em 1860, o presente trabalho incide sobre a relação entre a heráldica municipal e a representação do poder. O principal objectivo consiste em verificar de que modo o conjunto das armas autárquicas foi usado, desde o Antigo Regime até à monarquia constitucional, como parte integrante dos instrumentos de consagração política e de construção da memória. Foca-se em particular o papel que esse armorial desempenhou no processo oitocentista de edificação do Estado liberal, na afirmação da identidade nacional e na atestação abstracta de uma soberania da nação. A edição do armorial autárquico português na segunda metade do século XIX, longe de constituir um caso isolado, encontrou paralelo nos demais países europeus, onde tal género de publicação assumiu características e funções similares. Esta funcionalidade esteve na base da difusão das séries de armas municipais e da sua repetição em lugares associados à simbólica do poder ou à instrução cívica dos cidadãos. (Miguel Beirão de Almeida Metelo de Seixas)

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