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Encomendas

Título: Que futuro?
Coordenação: Mário João Alves Chaves
Colecção: Ensaios
Local: Lisboa
Ano: 2011
Páginas: 159
ISBN: 978-989-640-105-4
Depósito Legal: 335292/11
Dimensões: 24x17 cm
Encadernação: Brochado
Peso: 455 gr
Preço: 17,50 €
Apoio: Fundação para a Ciência e a Tecnologia

  1. Espaços de filmar. / Luís Maria Baptista
  2. Virtual. / Mário Chaves
  3. Criatividade reflexiva. / Eduardo Benamor Duarte
  4. No futuro, o futuro. / João Antunes
  5. Luz, trevas e tempo. / Carlos Lampreia
  6. Arquitectura do futuro. / Pedro Lebre
  7. Futuro como renascimento. / Bernardo Manoel
  8. A voz do arquitecto na construção do futuro. / Joaquim Nogueira
  9. Trude. / Pedro Novo
  10. Silos industriais: uma história de fascínio e decadência. / Carolina Ferreira Queimado
  11. Memória de um futuro. / João Rocha
  12. É o futuro? / João Santa Rita
  13. Future, what future. / Gonçalo Seabra
  14. O futuro que à máquina pertence. / Artur Silva
  15. Reocupação do legado industrial: evolução no presente. / Miguel Ângelo Silva
  16. Singularidade do lugar arquitectónico: sete dimensões para a leitura do território contemporâneo. / Teresa Madeira Silva
  17. The future is now. / Maria João Soares

O futuro a Deus pertence. Diz o povo e o povo sabe como o diz. Porque o futuro é imprevisível, imprudente e surpreendente. Depois de tudo conhecido e conquistado, deseja-se o futuro, porque é imaculado e intocado. Aguarda-se em guarda pelo futuro; temos de estar alerta, porque é de cada vez maior conhecimento e revelação. Apenas o que se sabe de seguro é que todo o passado se resolve numa e incerta caminhada para um futuro de cada vez maior conhecimento do homem em si mesmo e da humanidade; de maior entendimento das nossas possibilidades de criação e das reacções psicológicas. E como disse Agostinho da Silva "de mais fundo desejo de que deixemos para trás bem depressa os tempos em que a força pode valer mais do que a inteligência e a sensibilidade".

Talvez o que é verdadeiramente moderno seja a invenção do futuro; mas se não compreendermos e aceitarmos o presente que se legitima no passado, o futuro não pode ser acontecer em si. Senão entendermos o passado, não podemos sonhar com o futuro. Sempre ambicionado e sempre novo, integramo-nos porque queremos pertencer ao futuro, em que se inventa, se supõe, se adivinha. O futuro só existe no futuro, e por tal não se guarda e não se domina. É livre. Assim tem sido também o espírito arquitectónico, a inventar-se na ideia futura da construção. A arquitectura é livre antes do presente e passado construído. (Mário João Alves Chaves)

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