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Livros
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separador OPÚSCULO #1
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capa

Encomendas

Título monográfico: Opúsculo #1
Editor literário: Carlos Bártolo
Revisor científico: Pedro Cortesão Monteiro
Título do periódico: Arlíquido: Revista de Design da Universidade Lusíada de Lisboa
Número: Fora de série
Local:
Lisboa
Ano: 2013
Páginas: 43
ISBN: 978-989-640-157-3
ISSN: 1646-1894
Depósito Legal: 224871/05
Dimensões: 14,7x21 cm
Encadernação: Agrafado
Peso: 90 gr
Preço: - €

Excertos de:

  1. Manoel Severim de Faria (1584-1655)
  2. Duarte Ribeiro de Macedo (1618-1680)
  3. Manuel de Andrade de Figueiredo (1670-1735)
  4. D. Sebastião José de Carvalho e Melo, Marquês de Pombal (1699-1782)
  5. José Accursio das Neves (1766-1834)
  6. Sobre o ensino das Belas Artes e das Artes Industriais, e a educação das classes laborais
  7. António de Oliveira Marreca (1805-1889)
  8. D. Francisco de Borja Sousa Holstein, Marquês de Sousa Holstein (1838-1878)
  9. Ramalho Ortigão (1836-1915)
  10. Joaquim de Vasconcellos (1849-1936)
  11. Tomás Leal da Câmara (1876-1948)
  12. Sobre definições da disciplina e dos seus profissionais em "Panorama - Revista Portuguesa de Arte e Turismo' (1.ª série, 1941-1949)

Prosseguindo com uma das linhas editoriais iniciada no primeiro número do periódico "ArLíquido: Revista de Design da Universidade Lusíada de Lisboa", a secção "Papéis Originais/Original Papers", que originalmente tinha o propósito de incluir em cada número "[...] a tradução de um texto que faça parte da História (da Teoria) do Design", e posteriormente alargada à re-impressão de textos portugueses de difícil acesso, decidimos editar um pequeno opúsculo que contivesse uma pequena selecção de textos associados à génese do pensamento da disciplina em Portugal.

Nestes textos, é possível depreender como o desenvolvimento das artes e indústrias nacionais; o desejo de uma assertiva educação das artes industriais; a definição e protecção da disciplina e dos seus intervenientes — factores essenciais para a conformação do design português — desde há muito foram fonte de preocupação dentro das fronteiras geográficas do país. Tendo em conta "[...] o fenómeno tardio que foi o design industrial em Portugal" é interessante entender o quanto na realidade, e nos seus pressupostos teóricos, o pensamento nacional encontrava-se em tudo consentâneo e concordante com o que lá fora se passava.
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