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A utilidade dos objectos de arquitectura na sociedade de informação

CB: ISBN 972-8397-49-6
Edição actualizada
Local: Lisboa
Páginas: 223
Dimensões: 24x16,5 cm
Acabamento: Brochado
Ano: 2004
Depósito Legal: 190287/03

Maria João Alves Chaves

25,24€
Ref :1648
 

Resumo

A Sociedade de Incerteza, pela sua nova economia global de consumo de Informação, assume que a afirmação do poder das instituições passa pela exploração da imagem [da forma], sob os conceitos da virtualidade e da clonagem pós-industrial. A Arquitectura assume a qualidade de liberdade do jogo tirânico da funcionalidade e da forma exemplar, segundo a qual, se permite a materialização por objectivos autónomos da exigência de reconhecimento institucional e da normalização. Por transição da sociedade industrial para a da informação, a Arquitectura tem-se provido da necessidade de fundamentos de uma nova utilidade dos seus objectos, na capacidade de provir matéria mais sólida, pessoal e narrativa.

A Arquitectura pura e dura do século XX, narrativa ou não, não pode ser compreendida sem que se investigue o mecanismo individual e social que a tornou legível e eficaz. Não se nega o seu carácter revolucionário, mas identificou-se sobretudo com a perca de seriedade, por se ter estigmatizado com imprecações vingativas aspirando a uma pseudo-reeducação do homem. A Arquitectura que não liberta o homem de todas as pressões, ofereceu-lhe o meio de, no absoluto, aprender e traduzir percepções, constituindo antes um modo de conhecimento e de expressão aliada à acção.

Sustenta-se que o novo marco de referência da utilidade dos objectos de Arquitectura na Sociedade da Informação estará afectado pela normalização da globalização, mas impõe-se a impossibilidade da neutralidade perante a banalidade que a Sociedade do Espectáculo e a indústria do século XX ajudaram a formatar. O tempo move-se rápido na Arquitectura, quando se perde a memória colectiva e a capacidade individual se restringe ao reconhecimento do instante. A verificar.

Sumário

  1. Agradecimentos
  2. Resumo
  3. Abstract
  4. Preâmbulo
  5. Preâmbulo indeterminista
  6. A sustentável certeza da incerteza
  7. Atemporalidade virtual
  8. Antecedentes ideológicos
  9. Utilidade de formas e espaços colectivos
  10. Século XX de ruptura e utopia
  11. Supermodernidade e oportunidades
  12. O explendor do diálogo com o visível
  13. Supermodernismo [o quê?]
  14. A propósito de Hong-Kong
  15. A propósito de Guangzhou
  16. Conclusão – a eficácia do pluralismo
  17. Epílogo – a profissão de fé
  18. Bibliografia

Detalhes

A ser disponibilizado oportunamente.

 

 

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